sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Como usar e configurar


O Concentrador de Oxigênio EverFlo da Respironics, menor e mais leve, com desenho elegante e ergonômico, é mais fácil de guardar, movimentar e transportar. Além disto, é um dos diapositivos mais silenciosos e econômicos. Filtros de grande durabilidade (dois anos) e menos partes móveis para serem mantidas. Projetado para proporcionar um funcionamento consistente e sem problemas.
O concentrador de Oxigênio EverFlo diminui custos associado à terapia com oxigênio e supre necessidades de oxigênio para pacientes até 5 lpm.
É um equipamento leve, com baixo consumo elétrico e baixo ruído.
Informações do Produto

O Concentrador de Oxigênio EverFlo da Respironics, menor e mais leve, com desenho elegante e ergonômico, é mais fácil de guardar, movimentar e transportar. Além disto é um dos dispositivos mias silenciosos e econômicos. Filtros de grande durabilidade (2 anos) e menos partes móveis para serem mantidas. Projetado para proporcionar um funcionamento consistente e sem problemas.

Especificações:

- Alimentação: 120 V60 Hz
- Consumo elétrico: 350 Watts

- Pureza de O2 (5 l/min): 93% (+/- 3%)

- Capacidade: 0,5 a 5 litros/minuto

- Pressão de saída: 5,5 psi

- Peso: 14 Kg

- Nível de ruído típico: 45 dBA

- Dimensões (Alt x Larg x Prof): 59 x 38 x 24 cm)
- Níveis de alarme OPI: Baixo (82%) e Muito Baixo (70%)


Condições ambientais*:

- Temperatura: 12 a 32 ºC
- Umidade: até 95%

- Altitude: 0 a 2300 metros

* pode operar em outras condições, sujeito a variações na concentração O2.


Fabricante: Respironics


Para saber como usar e configurar o equipamento Concentrador de Oxigênio Portátil Freestyle, você pode entrar em contato com a equipe de fisioterapeutas da Physical Care entre no site: www.physicalcare.com.br

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Conheça os Perigos da poluição para nossa saúde

 
 O patologista Paulo Saldiva, da Faculdade de         Medicina da USP e do Instituto do Coração (Incor), respondeu a mais perguntas sobre poluição na sequência do Bem Estar desta segunda-feira (12).

A qualidade do ar costuma piorar ainda mais no inverno, pela dificuldade de dispersão dos poluentes e pela sobrecarga do organismo (e das vias aéreas, mais especificamente) em decorrência das condições climáticas.

Processos inflamatórios de origem alérgica, como rinite, sinusite, bronquite, asma, conjuntivite e otite, podem ser agravados pela poluição, ressaltou o especialista. Respirar pela boca pode piorar ainda mais a situação, já que dessa forma o ar passa sem filtro, cuja função é do nariz.

As crises alérgicas podem ser amenizadas quando a pessoa vai para cidades com ar mais puro. De acordo com Saldiva, o envelhecimento pulmonar pode se acentuar em regiões muito secas, com queimadas, como o Centro-Oeste.

Esses extremos climáticos também podem causar sangramentos no nariz, secura na garganta e congestão nasal. E não se deve deixar de praticar esportes mesmo em cidades poluídas, já que o ganho cardiovascular do indivíduo é maior que os malefícios provocados nas vias respiratórias. A única dica é evitar períodos entre as 10h e 16h e locais onde há muita concentração de poluentes, como corredores de tráfego.

Saldiva explicou também que os efeitos da poluição a longo prazo podem ser – além de quadros alérgicos – pneumonia, infarto e câncer de pulmão. Segundo ele, 4 mil pessoas morrem a mais por ano com essas doenças só na cidade de São Paulo, por causa da poluição. De todos os casos de câncer de pulmão na capital, 80% são motivados por poluentes, e os outros 20% pelo cigarro, comparou o patologista.

Se a capital paulista virasse Curitiba, por exemplo, ganharia uma média de expectativa de vida de 3,5 anos. Como política de saúde pública, ele acredita que é melhor reduzir a poluição do que o fumo. Mas as pessoas, em geral, preferem ter carro e não fumar.

O médico falou, ainda, sobre queima de folhas e lixo, que é proibida, mas não há fiscalização no país. Na sequência, ele destacou que a maioria das capitais brasileiras ainda não tem estações de monitoramento de qualidade do ar.

O principal desafio do homem hoje, segundo Saldiva, é regular o que come, bebe e inala. Em seguida, ele mencionou a importância de beber água regularmente, principalmente entre idosos e crianças.

Toalhas e baldes com água devem ficar nos ambientes em períodos de maior secura, que vão das 10h às 17h. Escritórios, quartos de idosos, crianças, creches e escolas são os locais que mais precisam de umidade.

Por fim, Saldiva disse que a poluição também prejudica a qualidade da lágrima nos olhos, além de dar mais conjuntivite química. A consequência é uma vermelhidão ou inflamação ocular. Usar soro, colírio sem medicamento ou lágrima artificial é uma boa opção.

O especialista também afirmou que os pelos do nariz funcionam como um filtro de poeira de terra e areia, que são maiores. Já as nanopartículas da poluição urbana, que não é vista a olho nu, não são detidas por essa barreira natural.

Entrevista no G1 com o patologista Paulo Saldiva

Fonte: G1.com

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A menopausa aumento os riscos de Distúrbios do Sono


Estudo aponta que após a menopausa aumentam em 50% as chances das mulheres terem insônia e queixas de ronco.

Tratamentos complementares como ioga, RPG e acupuntura podem ajudar muito na melhoria da qualidade sono na menopausa.

O estudo foi feito pela pesquisadora Helena Hachul no Instituto do Sono/Unifesp e avaliou 931 mulheres de 50 a 65 anos na cidade de São Paulo com queixas de diversos de problemas de sono. Comparando mulheres na pré-menopausa com mulheres na pós-menopausa, as queixas de ronco e de  menopausa respiratório foram respectivamente de 81,9% e 37,4% contra 68,8% e 28,9% nas mulheres na pré-menopausa.

A pesquisa consistiu na elaboração de um questionário sobre sono, menopausa, ciclo menstrual e polissonografia (exame que revela se a pessoa tem algum distúrbio relacionado ao sono). A insônia, por causa da perda hormonal, e a apneia, pela diminuição da progesterona - um hormônio estimulante, são os problemas mais frequentes nessa fase da vida da mulher. Os distúrbios de sono no período pós-menopausa, segundo a pesquisadora, atingem seis em cada dez mulheres e cerca de 50% das mulheres com queixa de insônia apresentam um distúrbio respiratório do sono.

Tratamentos alternativos
Uma noite tranquila de sono está também relacionada diretamente ao dia a dia da mulher na pós-menopausa. Alguns fatores indicam a necessidade de orientação médica: indisposição na hora das atividades cotidianas, dores de cabeça e sono fragmentado durante a noite são indicativos de alguma alteração no organismo.

A médica responsável pelo ambulatório de distúrbios do sono no climatério da Unifesp, Helena Hachul, destaca ainda os aspectos positivos da utilização da medicina alternativa, como massagem terapêutica, ioga, fisioterapia, RPG, psicoterapia, e acupuntura, além da questão nutricional, que podem contribuir de forma decisiva na hora do tratamento para os distúrbios relacionados com a menopausa. "Apostamos que será uma tendência. O distúrbio do sono não pode ser encarado apenas como uma questão orgânica. Temos que olhar a mulher como um todo. Nesse contexto, a medicina alternativa e complementar pode ser valiosa para melhorar a qualidade de vida e, consequentemente, uma noite de sono", explica a médica.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Apneia do sono, aumenta o risco de derrame em homens


A apneia do sono triplica os riscos de derrame em homens, de acordo com estudo feito pela Universidade Western Reserve, nos Estados Unidos, que analisou mais de 5.400 pessoas com idade acima dos 40 anos que não tinham histórico de acidente vascular cerebral.


O estudo, publicado no American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, também mostrou que o aumento do risco de AVC em mulheres com
apneia do sono foi signicativo apenas em casos de apneia grave.

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores submeterem os participantes a um teste padrão de sono em casa, para determinar se eles tinham apneia do sono e determinar o grau de gravidade. Depois, os pacientes foram acompanhados por cerca de nove anos e, durante esse período, 193 tiveram derrames, 85 homens de 2.462 inscritos e 108 mulheres em 2960.

De acordo com os pesquisadores, apesar dos dados apontarem que mais mulheres tenham sofrido um AVC, em comparação com os homens que não sofrem com o problema da apneia, os números de derrame do público masculino foram relativamente maiores.

Os cientistas disseram que a causa mais provável desses resultados, está ligada a maior duração da apneia do sono em homens do que em mulheres. Além disso, os homens podem desenvolver a síndrome mais cedo e, por isso, ficam mais tempo sem tratamento, uma vez que as complicações só começam a aparecer em idade avançada.

Mais de 15 milhões de acidentes vasculares cerebrais ocorrem em todo mundo a cada ano e, cerca de um terço são fatais. O estudo mostrou que o aumento do risco de derrame em pessoas com apneia existe mesmo sem outros fatores de risco, como peso, pressão elevada, diabetes e tabagismo.

Pesquisas anteriores já mostraram que essa síndrome obstrutiva do sono está associada também ao aumento dos riscos de hipertensão, ataque cardíaco, irregularidade nos batimentos do coração, obesidade e diabetes.

Os médicos ressaltaram, em comunicado à imprensa, que a investigação sobre os efeitos da apneia é importante para obter uma maior compreensão de como o sono afeta a saúde, e assim, a ciência descobre possibilidades de tratamentos que prolonguem a vida das pessoas.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Depressão materna causa distúrbio de sono em bebês



A cada novo estudo descobre-se que a ligação entre mães e filhos pode ser ainda maior. Uma pesquisa publicada no jornal Sleep neste mês sugere que os bebês de mulheres com depressão estão mais suscetíveis a sofrer distúrbios do sono.

Para chegar a tal constatação, cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, acompanharam 18 crianças saudáveis a partir de duas semanas após o nascimento até os seis meses de idade. As mães de sete dessas crianças não tinham histórico pessoal ou familiar do problema, e as das outras 11 foram diagnosticadas depressivas ou com níveis elevados de sintomas.

Os filhos das mulheres sem a neurose foram classificados como de baixo risco, enquanto o restante de alto risco. Após a análise, constatou-se que os integrantes do segundo grupo demoraram mais para conseguir dormir, tiveram menos sono eficiente e com maior interrupção durante a noite.

De acordo com uma das autoras da pesquisa, Roseanne Armitage, o dano pode ser reversível. "Achamos que podemos desenvolver uma intervenção comportamental e ambiental para melhorar a duração do sono e o ritmo circadiano ciclo biológico diário do corpo nas crianças de alto risco", disse. "Se são os hormônios maternos a 'causa' dos problemas de sono nas crianças, ainda não se sabe. Pode ser genético, hormonal ou os dois. Independentemente da causa, os problemas ainda podem ser modificados, já que a regulação do cérebro na infância é muito receptiva", complementou.

Resta determinar se o distúrbio de sono infantil confere um maior risco de desenvolver depressão precoce, conclui o estudo. Segundo site Science Daily, que divulgou a reportagem do Sleep, pesquisas anteriores indicaram que problemas noturnos não tratados na infância podem se tornar crônicos.

Fonte: Terra.com

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Obesidade e sono, tem tudo a ver!


Com a correria do dia a dia, as exigências da sociedade moderna  com serviços que devem funcionar 24h, trabalho, internet, globalização foi se intensificando o desencontro entre os horários convencionais e os criados para atender necessidades específicas, além da redução nas horas de sono.

Essa dessincronização pode levar a distúrbios do ritmo circadiano, iniciando pelo ritmo vigília-sono.

Na maioria dos casos, o corpo humano é exposto ao estresse contínuo a partir de tentativas de se adaptar, o mais rapidamente possível, às diferentes horas de trabalho, viagens ou noites sem dormir.

Estudos recentes mostram que alterações neste ritmo influenciam aspectos relacionados à ao equilíbrio das funções do corpo, como o controle da glicemia, a liberação dos hormônios responsáveis pela fome e saciedade e o controle do peso.

Uma pessoa com distúrbio do sono fica indisposta e sonolenta o que dificulta a prática de atividade física e as alterações metabólicas dificultam a perda de peso e diminuem o gasto de energia.

Estudos demonstraram que a privação de sono leva ao aumento da fome e maior consumo de alimentos ricos em gordura e em carboidratos isso pode ser um resultado da alteração dos hormônios que regulam a fome, como a grelina e a leptina.

Durante o sono, os níveis de leptina aumentam, sinalizando que temos energia suficiente para o momento. Na privação de sono esta regulação passa a diminuir os níveis de leptina, resultando assim em aumento da fome e do armazenamento das calorias ingeridas.

O outro hormônio relacionado ao sono e ao peso é a grelina que é responsável por informar ao cérebro quando você precisa comer.

Durante o sono, os níveis de grelina diminuem, porque ao dormir você requer bem menos energia do que quando está desperto.

Pessoas que não dormem o suficiente acabam tendo muita grelina. O corpo interpreta que estaria com fome e precisando de mais calorias. Assim, automaticamente, começa a economizar e reduz a queima de calorias. Por isso preste atenção à duração e qualidade de seu sono, ele pode ser um fator importante para o controle do seu peso.

Dicas para ter uma boa noite de sono:

• Faça refeições leves no período da noite: Escolha alimentos como verduras, legumes e pequenas porções de grãos e massas. Se for um lanche, opte por pães integrais com patês ou geléias, evitando os recheios gordurosos e “pesados”.

• Se estiver com dificuldades para dormir, tome uma bebida quente: Leite morno ou um chá são ótimas opções.

• Para se sentir mais tranqüilo, você pode tomar chás ou cápsulas à base de Passiflora ou Mulungu, são plantas que têm efeito sedativo, acalmando naturalmente. Essa plantas fitoterápicas acalmam durante o dia e proporcionam um sono mais tranqüilo.

• Pratique exercícios físicos: Eles ajudam na liberação de certos hormônios que regulam o sono e deixarão seu corpo cansado na hora de dormir.

• Evite dormir logo após o jantar, o ideal é dar um intervalo de 3 horas antes de dormir.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sonilóquio (Falar dormindo)


O sonilóquio é um dos distúrbios do sono mais encontrados entre as crianças. Ele acontece quando a criança fala, murmura ou grita durante o sono.
Um pouco mais da metade delas já teve sonilóquios esporádicos, ao menos uma vez por ano. Sendo que só 10% delas apresentam sonilóquios com freqüência, pelo menos uma vez na semana. Não existe nada que comprove que ele seja mais presente em meninos ou meninas.

Nos pré-adolescentes, registra-se uma média de 7% dos pais que afirmam que seus filhos falam durante a noite. Na faixa etária dos 19 anos, 61,5% dos pais relataram que o filho já teve sonilóquios e que em metade deles ainda persistia.

A altura da voz, intensidade e complexidade das construções de frases são variáveis, mas com freqüência são murmúrios sem significado e sem concisão de idéias. Isso não impede que em alguns acessos, as crianças ou os adultos falem frases curtas com coerência.

Os sonilóquios normalmente se limitam a alguns segundos, mas existem casos em que a pessoa fala e murmura durante horas, sem parar. Em alguns casos, ao ser perguntado, o paciente irá responder geralmente frases simples, estereotipadas, com relativa concisão de idéias.

As pessoas que são acordadas logo após um sonilóquio podem ou não se lembrar do que disseram. Isso depende de qual estágio do sono ocorreu o sonilóquio. Durante os estágios NREM, ele não se lembrará de nada e despertará confuso. Já no estágio REM, ele se recordará e irá saber sobre quais assuntos foi questionado. Nas polissonografias pode-se notar que os sonilóquios surgem em diferentes estágios do sono: Um terço deles no estágio 1; 35% no estágio 2; 17% no estágio 3; 8% no estágio 4 e 7% no estágio REM. Pode se deduzir então, que na maioria dos sonilóquios as pessoas não lembram o que disseram.

Comumente o sonilóquio não é tratado com nenhuma terapia